Nascida na cidade de Belo Jardim, Luiza (1959-2023) começou a trabalhar com o barro ainda na infância, produzindo panelas, ofício realizado a gerações pela família. Sua produção passou por grandes ressignificações entre 2006 e 2009, momento em que participou de formações com a artista Ana Veloso e, inspirada pela fauna local, passou a criar bichos como tartarugas, lagartixas e tatus – primeiro animal que representou e logo foi incorporado ao seu nome artístico.
Entre outras produções, Luiza também realizou muitas esculturas de cabeça e vasos de plantas com feições femininas, que ficaram rapidamente conhecidas. Em 2020, ainda em vida, foi reconhecida como Mestra pelo Programa do Artesanato Brasileiro, homenagem que consolidou sua trajetória como uma das grandes referências da arte pernambucana.
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