Os bordados do povo Shipibo-Konibo, comunidade da Amazônia peruana, expressam um conhecimento ancestral que atravessou fronteiras e foi transmitido de geração em geração pelas mulheres. Guardiãs da cultura, elas preservam e compartilham saberes ligados à produção manual, que também inclui talha e cerâmica, aprendidas desde a infância.
Notáveis pela ampla variedade de cores e pelas figuras geométricas, cada bordado traduz a riqueza da paisagem amazônica. Seguindo a lógica do kené, um sistema visual estruturado por linhas contínuas e ritmos precisos que se entrelaçam, os bordados materializam princípios espirituais e cosmológicos, organizando o mundo visível e o invisível.
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