Ademilson Eudócio integra a linhagem figurativa do Alto do Moura, em Caruaru (PE), inaugurada por Mestre Vitalino no início do século XX. Entre seus discípulos estiveram Zé Caboclo e Manuel Eudócio, pai de Ademilson, que ampliaram o repertório de suas cenas populares, modelando em barro brincantes e festejos como o Bumba-meu-Boi, o Maracatu e o Reisado, além de explorar uma pintura mais colorida e decorativa, com tintas industriais.
Herdeiro dessa tradição, Ademilson honra e mantém em constante movimento o legado de seus mestres e precursores, recriando os clássicos personagens de seu pai com acabamento refinado e pintura minuciosa – como o Jaraguá, importante figura dos folguedos populares. Suas peças, presentes em exposições em diversos países, encantam lares e coleções.
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A partir de pesquisas e viagens a casas e ateliês de artesãos brasileiros, a Nau formou uma rede de representação de artistas com base no comércio justo, valorizando seus trabalhos e proporcionando reconhecimento social e financeiro para estes.
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