Nascida no município alagoano de Cajueiro, Maria Luciene da Silva Siqueira encontrou seu caminho artístico no município vizinho: Capela. Discípula do Mestre João das Alagoas, Sil é celebrada como uma das grandes revelações da arte popular brasileira, tendo inclusive sua trajetória registrada no livro “Do barro eu vim, do Barro eu sou”, da jornalista Naide Nóbrega.
Suas peças, produzidas em diferentes escalas, são ricas em detalhes, demonstrando sua habilidade em unir formas naturais e cultura local. Moldadas em barro e sem receber intervenções pictóricas são queimadas em forno à lenha, revelando vasto conhecimento técnico e sensibilidade estética. Entre elas, é bastante conhecida a jaqueira, feita com folhas arredondadas e exuberantes frutos pendentes.
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A partir de pesquisas e viagens a casas e ateliês de artesãos brasileiros, a Nau formou uma rede de representação de artistas com base no comércio justo, valorizando seus trabalhos e proporcionando reconhecimento social e financeiro para estes.
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