Filho do Mestre Manoel Graciano, Cícero Ferreira cresceu em meio ao fazer artístico. Talhou sua primeira peça aos 15 anos e, desde então, produz esculturas marcadas tanto pelas formas tradicionais de seu pai quanto pela força inventiva de seu trabalho.
Feitas com formas geometrizantes, cores vibrantes – como azul, vermelho e amarelo – e uma estampa de pontos irregulares muito característica de sua produção, suas peças destacam pássaros, calangos e criaturas híbridas, produtos direto da realidade e do imaginário nordestino. Além de integrar acervos brasileiros, suas obras estão presentes em coleções em diferentes países, reafirmando a vitalidade da arte popular de Juazeiro do Norte (CE).
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A partir de pesquisas e viagens a casas e ateliês de artesãos brasileiros, a Nau formou uma rede de representação de artistas com base no comércio justo, valorizando seus trabalhos e proporcionando reconhecimento social e financeiro para estes.
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