Jovem artista do Vale do Catimbau, zona de mestres da escultura em madeira, Gilvan tem como referências diretas Zé Bezerra e Luiz Benício, artistas locais consagrados. Suas obras, geralmente inspiradas em animais e figuras humanas, bem como nas histórias sertanejas, são confeccionadas em grandes dimensões e se destacam pela polidez dos acabamentos.
Trabalha tanto com blocos únicos de madeiras quanto com peças encaixadas, que tão bem alinhadas formam um só corpo. Utilizando apenas árvores mortas e respeitando a biodiversidade do Vale, Gilvan com muita engenhosidade sabe tirar proveito das formas naturais da madeira, transformando galhos em braços e troncos em figuras sinuosas que parecem dançar.
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A partir de pesquisas e viagens a casas e ateliês de artesãos brasileiros, a Nau formou uma rede de representação de artistas com base no comércio justo, valorizando seus trabalhos e proporcionando reconhecimento social e financeiro para estes.
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